Fortaleza do Pendor das Sombras Online

Sessão 6 - O Paladino Condenado

Participantes
Ikki
Tok-tok
Puffus
Curandos

Missão 2
Ikki
Tok-tok
Contratante: Faye da Grande Igreja de Pelor
Descrição: Investigar atividade de um Culto demoníaco na cidade de Abrigo do Inverno

Missão 2a
Puffus Escondus
Curandus Comapoha
Contratante: Selarund Halfmoon
Descrição: Buscar informações da caravana de Paulo Pedrada que partiu para Abrigo do Inverno e ainda não retornou, recompensa se trouxe-lo com segurança.

Quest Principal
Ikki
Tok-tok
Puffus
Curandos
Contratante: Lorde Pacheco
Descrição: Salvar Abrigo do Inverno destruindo o culto maligno na fortaleza do pendor das sombras.

Ao se recomporem do combate os bravos heróis vasculham a sala, o odor de morte ainda emana dos ossos espatifados pelo chão, mas o paladino consegue sentir uma fagulha de energia positiva pulsando de algum lugar. Acalmando seu coração ele consegue canalizar seu espirito para que o indique de onde vem essa energia. Caminhando alguns passos o paladino se depara com dois altares, em cima desses altares duas estátuas de prata e platina forma um dragão. Totens de Bahamut,o dragão prateado, guardam o altar. Ao pega-las ainda pode sentir a aura positiva fluir pelo seu corpo. Como que deixadas para fortificar-lhes o espirito ele entrega uma estátua pra cada fazendo uma pequena oração ao coloca-las perto do peito.

Uma grande porta de madeira encontra-se ao final da sala dos esqueletos e pra ele os aventureiros se dirigem. Com um ranger de algumas centenas de anos a porta reclama mas se abre perante a força do anão. O ar é pesado na próxima sala um cheiro pesado e mofado empesta o ambiente e uma lamúria constante emana das paredes. Depois de apenas alguns passos um ranger alto de pedra é ouvido a frente, a luz da lanterna que o druida carrega se contorce na poeira a frente. Todos em guarda preparação para mais um confronto. Antes mesmo que possam ver algo uma voz rouca e grave questiona-os enfática:

—A fenda nunca deve ser reaberta, digam à que vieram ou preparem-se para MORRER!

Quando a luz consegue finalmente penetrar na escuridão uma armadura velha e enferrujada encontra-se perante eles. Austera e orgulhosa, e uma chama azul brilha do vão do seu elmo. Erguido da cripta Sir Keengan, o paladino condenado, fita-os com seus olhos nefastos.

Como um debate entre a morte e as almas condenadas no purgatório o anão, o paladino, o druida e o ladrão argumenta e contam toda a história de como pretende fechar a fenda e dizimar o culto maligno que busca libertar Orcus neste plano. Com fagulha de esperança ao ver o simbolo de Bahamut no escudo do nobre paladino a fúria de Sir Keegan é aplacada. Como uma única esperança de redenção ele entrega sua fiel companheira, Aecris, a Espada longa do dia da sua consagração. Desejando que um dia ela possa redimir seus erros, Keegan volta ao seu descanso, silencioso e atento aos murmúrios que Aecris enviará no dia de sua redenção.

Voltando pelos corredores a procura de Kalarel, eles escutam um som de fogo e cheiro de carne queimada vindo de uma sala onde o rastro de sangue seco marca um caminho. A frente puffus acha uma sala de suprimentos com ração mal cheirosa e barris de uma bebida alcoólica tão repugnante que somente monstros a desfrutam. Sorrateiramente puffus espia por outra porta. Uma sala de tortura é descoberta e um gigante hobgoblin, coberto de sangue seco, lembrando um ferreiro dos infernos, que molda os ossos dos miseráveis no lugar de aço. Gritos de goblins desesperados urram do outro lado da sala. Alguns parecem guardas que vigiam e se deliciam com as atrocidades que se passam nessa sala.

O estrondo do martelo anão é o brado de guerra. Com giros rápidos do martelo crânios, joelhos e costelas de goblins se quebram. Aecris depois de anos adormecida, brilha por justiça. Setas voam com zunidos secos e certeiros. E a fúria da natureza se faz presente mesmo no mais profundo dos calabouços. A peleja é dramática. Os goblins tentam flanquear os heróis, mas com sua velocidade e posicionamento preciso (embaixo das mesas e cadeiras) Puffus começa a abate-los. Na vanguarda Curandos e Tok-tok recebem as investidas do giante hobgoblin com seu atiçador incandescente, a sua arma de tortura agora procura a carne, mas só encontra o aço do escudo e armadura do paladino e do anão. Após perder o apoio devido um golpe do martelo no seu flanco, o sangue escuro lhe corre a boca temperada pelo aço de Aecris que o perfura pelo pescoço e trespassa o topo de sua cabeça. Quando tudo parecia resolvido, num movimento rápido, um dos goblins que buscava contorna-los, resolve bater em retirada e escapa da sala.

Perseguido a criatura asquerosa entra em uma sala com um longo corredor, e a frente grita chamando mais uma tropa de goblins. Estrategicamente o grupo retorna e bloqueia a saída do corredor. Enquanto o Tok-tok e Curandus seguram a porta, Ikki e Puffus buscam alternativas. Ikki encontra um goblin prisioneiro que alega que pode ajuda-los a dar a volta no grupo que goblins que agora avança do outro lado da porta. Nesse instante Tok-tok grita:

—Fogo! Queimem esses desgraçados!

Imediatamente Puffus corre para sala de suprimentos e começa o rolar os barris de bebida. Ao ver isso o druida busca os atiçadores no braseiro e alguns farrapos da sala de tortura. O anão prepara os barris na portal e o paladino grita:

—Agora!

Com o movimento brusco empurram a porta derrubando dois goblins de costas por cima dos demais, o druida conjura os ventos cortantes que empurram outros tantos. Ao abrir esse espaço o anão derruba os barris porta a dentro deixando seu conteúdo esparramar no corredor. Então com sua pontaria certeira o halfling arremessa o atiçador pegando fogo na direção dos barris. O fogo se espalha rapidamente pelo corredor, queimando um goblin que se joga ao chão em desespero. Eles fecham a porta pra separa-los ainda mais dos monstros.

O que eles não sabiam era que do outro lado, Balgrom, o gordo, um goblin corpulento gritava com seus subalternos:

—Ataquem! Peguem eles seus imbecis!

A ganância já lhe subia a cabeça, os últimos prisioneiros que fizera venderam por um bom preço para um grupo de Hobgoblins. Eles faziam a proteção do mestre, e eventualmente compravam escravos. Mas agora esses aqui não eram tão fáceis de capturar quanto aqueles mercadores que emboscava na estrada. Mesmo assim dentro do seu covil Balgrom se sentia imbatível, tinha um pequeno exército e o alarme fora tocado, logo ali estaria empestado de goblins.

Enquanto isso o grupo se organizava do outro lado da porta. Ikki arrasta um goblin acorrentado pelas mãos e pés. Estava nas celas da sala de tortura. Jurava que podia ajuda-los se prometessem solta-lo depois. Splug era seu nome e jurava fidelidade com aquela cara cheia de cicatrizes e com poucos dentes na boca. Dizia que sabia um caminho secreto para a sala onde os outros goblins estavam. Podiam flanquea-los, pega-los desprevenidos. Teriam mais chances do que um confronto direto. Outra opção seria bater em retirada, voltar a cidade, reabastecer e tentar outra incursão, mas por algum motivo nenhum deles considerou essa possibilidade. O grupo confabula, mas não têm muito tempo. Resolvem acreditar em Splug e tentar sua rota, mas ele permaneceria acorrentado até tudo acabar. Ele concorda e começa a mostrar o caminho com muita pressa.

Retornando a um corredor que eles já tinham passado, ele pressiona uma pedra na parede e de repente a parece desliza mostrando um escuro corredor. Todos fazem silêncio e Puffus vai a frente investigando.

Balgron está impaciente, urra para que seus subalternos apaguem o fogo ou pulem sobre ele e peguem os intrusos. O fogo começa a abrandar. Então um estrondo logo atrás dele o surpreende e setas de besta cravam-se em sua carne antes mesmo que ele tivesse tempo de se virar! Mas como? Um raio estoura em seu peito, e a descarga elétrica o impede de pensar em qualquer coisa. Novamente a dupla, martelo e espada trabalham juntas e golpeiam o chefe goblin. Tomba de joelhos e vê aquele ser repugnante além da porta dos seus aposentos. E ai percebe que foi traído, coisa muito natural para goblins.

Vendo o seu chefe morto, os goblins se desesperam, eles são muitos, mas falta a disciplina dos treinos militares. Martelo e espada dança juntos, aparando e golpeando, e logo após um golpe uma seta voa de trás deles e acerta mais um goblin, assim como os raios canalizados pelo druida.

Acuados entre o fogo e o aço, os remanecentes ainda tem a oportunidade de escolher o seu fim.

TL;WL;
1. Revistam a sala do balgrom o gordo. Encontram o tesouro.
2. E decide revistar a parte da masmorra aparentemente criada por criaturas naturais que puffus já tinha dado uma olhada.
3. Se deparam com ratos gigantes e a lesma gelatinosa.
4. Encontram a sala do reservatório de água onde habita o Limo Azul e o cilindro com a mensagem do Chefe Krand dos Ceifadores de Sangue.

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